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Alzheimer: aprenda lidar com desafios de familiar com transtorno

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Você já parou para pensar nas dificuldades enfrentadas por aqueles que têm um familiar com Alzheimer?

Cuidar de alguém nessa situação é um verdadeiro desafio, e não é fácil. A rotina é uma constante luta contra os momentos de agitação, irritação e desorientação que surgem todos os dias.

Por isso, é fundamental buscar informações sobre o Alzheimer e descobrir maneiras de lidar com as mudanças de comportamento e os problemas que aparecem no dia a dia. Acompanhe para saber mais!

Mulher idosa com Alzheimer sentada na cama, olhando para o lado esquerdo. Imagem em preto e branco.
A educação e o conhecimento são poderosas ferramentas na luta contra o Alzheimer. @geralt em Canva.com

Quando a memória falha: o desafio do mal de Alzheimer

Antes do diagnóstico, muita gente pensa nessa doença como algo sorrateiro, já que seus sintomas podem passar despercebidos.

É meio complicado assimilar que alguém que sempre teve uma memória incrível ou habilidades fora do comum com números e códigos esteja agora enfrentando dificuldades.

O Alzheimer não escolhe suas vítimas e até hoje ninguém sabe bem por que ele acontece. De repente, aquela pessoa que parecia ter uma mente de dar inveja, se vê confusa, sem saber nem onde está direito.

A fase de aceitação: os estágios mais dolorosos da doença

Enfrentar o Alzheimer se assemelha a caminhar por areias profundas, onde encontrar o oásis que nos aguarda parece um desafio constante.

É uma batalha diária, já que essa condição não impacta apenas a memória, mas também a capacidade de se comunicar, reconhecer entes queridos e até mesmo realizar tarefas simples da rotina.

No entanto, há estratégias que podem ajudar a superar esses desafios, promovendo soluções eficazes e um ambiente legal de crescimento e aprendizado contínuo.

A Importância de falar sobre o Alzheimer

Um dos filmes que mexe com a gente e fala sobre o Alzheimer é “Para Sempre Alice“, que tá disponível para streaming na HBO Max.

Este filme consegue captar de maneira delicada as sutilezas, as dores daqueles que convivem de perto e, é claro, o turbilhão de emoções enfrentado por quem experimenta essa realidade todos os dias.

E é bom a gente falar sobre isso, afinal, há muitos estigmas associados à demência, e compreendemos claramente as razões por trás disso.

Estratégias de autocuidado para familiares…

… de pacientes com doença de Alzheimer. O Alzheimer é uma doença cruel que aos poucos vai devastando o cérebro, levando embora as lembranças, o conhecimento, as emoções, a capacidade de se comunicar e até as habilidades físicas.

É quase como uma espécie de morte lenta, e para as famílias que testemunham essa transformação, pode se assemelhar a um luto prolongado.

Para te auxiliar a enfrentar essa situação de maneira mais eficaz, vamos explorar algumas estratégias baseadas em vivências similares. Acompanhe conosco!

1. Como cantar alivia a alma

Como dizem “quem canta seus males espanta”. E tanto faz se é uma canção antiga, uma trilha sonora ou até mesmo rimas infantis – qualquer coisa com ritmo é um bálsamo para a alma.

Cantar não apenas estimula a mente, mas também nos reconecta com nossas emoções mais íntimas e as memórias que residem lá no fundo.

A música tem um impacto enorme nas nossas vidas. Ela não só nos faz sentir bem, como também tem um papel super importante na nossa saúde mental.

O caso inspirador da bailarina com Alzheimer

No caso dos mais velhos, a música desperta sentimentos, evoca sensações e resgata emoções que estavam armazenadas nas profundezas da memória.

E é importante ressaltar que existem vários estudos e relatos reais de pessoas com Alzheimer que vivenciaram situações “fora do comum”, como o caso da bailarina com que recorda os passos de ‘O Lago dos Cisnes’.

Então, é bom você não esquecer disso: a música desempenha um papel vital nessa história toda.

2. Estimulando memórias através da leitura 

Outra forma de encarar a doença de Alzheimer é dando uma chance pra leitura, já que essa prática pode contribuir para estimular as lembranças.

Só porque alguém aparentemente perdeu a memória ou a capacidade de recordar palavras, não quer dizer que não possa ser surpreendido com aquilo que ainda é capaz de recordar!

Essa prática é importante para ajudar quem possui esse transtorno a passar por isso com mais facilidade. A ideia é reacender as memórias que estavam escondidas lá no fundo da cachola.

3. Cuidando do corpo e da mente

Além dos cuidados básicos para garantir a segurança e o bem-estar físico, é legal também incluir atividades que mexam com a mente e incentivem a socialização.

Além de dar um gás no cérebro, essas atividades também estimulam a criatividade e a capacidade de resolução de problemas, contribuindo para um desenvolvimento cognitivo mais completo.

E tem mais, essas experiências trazem momentos de diversão e conexão emocional, fortalecendo os laços familiares.

E aí, que tal começar a incluir isso na sua rotina?

No cotidiano, dá para incluir essas atividades de diversas maneiras na rotina de pessoas com mal de Alzheimer.

Jogos de memória, quebra-cabeças e palavras cruzadas são ótimos para exercitar a mente. Eles ajudam a manter a concentração, fortalecem a memória, estimulam o raciocínio lógico e a criatividade.

Além disso, atividades artísticas como pintura e música também podem trazer boas lembranças e emoções positivas à tona. Que tal dar uma chance?

4. Criando novas lembranças

Sempre que possível, construa novas lembranças. A demência cria oportunidades únicas de conexão com o seu ente querido, de formas que você nem sonhava serem possíveis.

Que tal dar um passeio juntos, se envolver em alguma atividade a dois ou simplesmente bater um papo sobre assuntos que realmente importam?

Essas lembranças vão se tornar verdadeiros tesouros, fortalecendo ainda mais o vínculo entre vocês e trazendo momentos de pura alegria e conexão.

Agora presta atenção aqui, porque isso é…

… bem importante, tá? Lembre-se disso: enfrentar o Alzheimer de um familiar pode ser um tanto desafiador, mas com paciência, empatia e usando as estratégias certas, dá para construir um ambiente de suporte e carinho.

E pra finalizar, aqui vai uma sugestão legal: tem um site super interessante chamado “Alzheimer’s Society” que reúne relatos de familiares que cuidam de pessoas com o transtorno em suas famílias.

Ele é em inglês, mas nada que o Google Tradutor não resolva.

Conclusão

“Todos temos lapsos de memória”. Essas esquecidinhas são normais e fazem parte da nossa rotina, e a gente meio que já se acostumou a lidar com elas.

Mas agora para pra pensar, e se todos os nossos dias fossem só esses momentos? Se cada memória importante fosse se apagando devagarinho? Dá até um arrepio só de imaginar.

Por isso, não esquece que quem vive isso sente tanto quanto o familiar que tá encarando a situação em casa. Se der, é legal buscar apoio em grupos que entendam o que você está passando.

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