O início
Aqui é Vitor Carvalho e atuo há mais de 30 anos com um método que criei para acabar a limitação do medo de falar em público. Faço isso no meu curso não convencional de Comunicação em Público.
Com o decorrer da prática, ajudando grupos de pessoas a fazerem a troca da emoção do medo de falar em público pela segurança emocional, expandi meu trabalho para outras mudanças emocionais. Facilitando a Troca de Memórias Emocionais.
Comecei a trabalhar com grupos de Biodanza, em 1980, logo após a minha formação como Facilitador de Biodanza, pelo criador da técnica, o psicólogo, antropólogo e poeta Rolando Toro Arañeda.
No decorrer do trabalho com meus grupos, fiz milhares de entrevistas com os alunos, para ajuda-los em seus processos de desenvolvimento. Isso me levou a pesquisar por décadas o que dificulta uma pessoa a ter emoções agradáveis mais intensas.
O meio
Com isso, fiz descobertas próprias sobre o que faz pessoas terem esse tipo de dificuldade. E descobri também que essas dificuldades vêm acompanhadas de uma quase obsessão por sentir as emoções desagradáveis opostas, com frequência.
Essas descobertas teóricas e práticas me levaram a como fazer Troca de Memórias Emocionais deixadas por Emoções Insuportáveis vividas no passado. E essa troca, na verdade, é um caminho para se recuperar o poder da felicidade.
Continuo seguindo essa atividade, o que é motivo de me sentir feliz no dia a dia de meu trabalho, de minhas pesquisas e na minha própria vida. E, agora, tenho a certeza interior de que é isso o que vim fazer aqui. Pelo menos desta vez.
Essa possibilidade de ajudar pessoas a se libertarem dos ciclos repetitivos de emoções negativas é uma das coisas que me deixa feliz.
A outra, acontece como parte desse mesmo processo de libertação desse ciclo repetitivo de dores emocionais. É o resgate da possibilidade de as pessoas sentirem as emoções agradáveis opostas de modo mais intenso.
E, com isso, recuperarem os poderes da Intuição, do recebimento de Inspiração e do acesso ao Êxtase. Ou seja, de dar mergulhos cada vez mais profundos no Rio da Vida, e de manter o emocional elevado, quando precisa caminhar à sua margem.
O fim
E por que me dedico a essa atividade?
Porque essa atividade é o meu “ser-viço”, aquilo que dá viço a meu ser e me dá satisfação.
E é aí que se encontra a razão de eu ter criado este blog. Essa razão é o meu desejo, ímpeto e propósito de contagiar outras pessoas, com a possibilidade de elas solucionarem o que precisam para se sentir felizes.
Que elas podem conseguir passar pelas transformações necessárias que as levem a acabar as limitações adquiridas em seu passado. Que as levem a resgatar os poderes que ficaram soterrados sob essas limitações. E que, com esses poderes, possam construir amor e harmonia, além de prosperidade, em suas vidas.
Isso que estou dizendo é algo positivo. No entanto, não é porque quero ou me forço a ser positivo. Na verdade, é por outro motivo. Não tem a ver com ser positivo.
É por causa das experiências de transformação pessoal pelas quais passei em minha própria vida. Busquei isso intencional e propositadamente. E chega um momento, que é como girar a chave do carro para ligar o motor de arranque que faz o motor pegar.
Algo acontece dentro de nós que nos leva a incluir o processo de transformação interior não apenas como algo que se quer para parar de sofrer. Mas como algo que faz parte de nosso próprio viver.
E estou certo de que quem caminhar em seu próprio processo de se libertar das marcas das Emoções Insuportáveis que viveu, também vai desejar a transformação em seu viver. Porque essa transformação é o caminho de volta a quem verdadeiramente se é.
Mas algumas pessoas podem se perguntar se ser feliz não é um jeito de se alienar do mundo ou do que nele acontece. Eu defendo a tese de que não ser feliz é um jeito de se alienar da felicidade e um jeito sofrido e não proposital de não contribuir com todo o potencial que se tem para as necessidades das outras pessoas, inclusive, a de serem felizes.
E por quê?
Porque para ser feliz, precisa se libertar das marcas do passado que nos tiraram de nosso próprio eixo, de nossa própria órbita. E, a nossa efetividade em contribuir para as necessidades das outras pessoas, cresce à medida que nos reaproximamos de nossa verdadeira órbita, de nosso verdadeiro eu.